domingo, 27 de dezembro de 2009

4 e 5 SuperBock em Stock / 7 Prodigy Dezembro



Apesar de a data este artigo foi colocado e editado em Fevereiro de 2010... andei algum tempo fora e sem ligar minimamente a isto aqui fica as recordações destes grandes dias de princípio de Dezembro de 2009... (imcompleto)

15 de Janeiro de 2010 visito a cidade Invicta e para grande espanto e alegria minha encontro o autocarro vermelho estilo britânico que foi usado no Super Bock em Stock, dirijo-me até lá para tentar encontrar uma "recordação" , mas para azar meu tinham arrancado a placa de publicidade alusiva ao SuperBock em Stock , estava agora em pedaços no chão tentei encontrar o melhor pedaço , aquele que tinha o nome do festival ou pelo menos de uma banda mas nada de jeito…

Tudo começou em mais uma quinta-feira académica em Barcelos… depois de mais uma fraca noite mas sempre animada com os amigos seguimos para casa preparar as coisas para a viagem, sempre em cima da hora como de costumo, eram 6 da manha e faltavam pouco mais de uma hora para a viagem de comboio Barcelos-Porto, então eu e o meu companheiro desta desgraçada viagem , o Nuno Pereira o meu mano de curso que cheira-me que vai ter o nome dele neste blog muitas vezes decidimos fazer directa porque isso e que e fixe, e pronto fomos de directa para o comboio 7 da manha depois de uma longa noite, tanto a viagem de comboio como a de bus do Porto a capital se resumo a desconforto nos bancos e engenho para tentar encontrar a melhor posição para dormir .

Chegamos Lisboa as 13h fomos fazer o Check-In a Pousada da Juventude estrategicamente escolhida e localizada a poucos metros da avenida da liberdade o que nos viria a dar muito jeito nas 2 noites de festival, mal nos foi possível entrar para o quarto depois de uma merecida refeição Mac fui finalmente dormir numa cama em sossego.

Acordei tarde fomos jantar e seguimos logo directos para o primeiro concerto, Ebony Bones… poderíamos chamar a este festival , o festival para gente sentada mas realmente este grupo foi talvez o mais energético e que mais razões deu as pessoas para se levantarem e dançarem ao som daquela louca música, foi um bom concerto talvez curto e em minha opinião podia ser a banda a fechar a noite no Tivoli começando o Tigerman mais calmo para “aquecer” a casa para Ebony Bones, assim não se sucedeu mas não deixou de ser um grande concerto de destacar a fantástica prestação da “Mariah” no tema “We Know All About You” .

(olha eu ali :p)


Depois desse concerto demasiado energético para as minhas ultimas 24 horas das quais 5 numa espécie de discoteca, 5 em viagem e o resto a descansar, veio o aventureiro Legendary Tigerman, o homem que faz o que mais ninguém se arriscarei a fazer em Portugal, com o reconhecimento que tem… há e claro sozinho tocando todos os instrumentos, e claro de salientar as belíssimas convidadas Rita Redshoes, Phoebe Kildeer e Cláudia Efe… foi um bom concerto, ouvir e perceber a capacidade de alguém conseguir fazer aquela música toda sozinho, apesar dos constantes problemas técnicos que se fizeram ver neste festival que a dada altura faz com que Paulo Furtado atira-se uma guitarra para o palco… foi um momento muito bonito mas para fazer aquilo podia dar-me a mim também os danos não foram muitos para o instrumento.

A noite acabou no Parque de Estacionamento do Marquês de Pombal ao som de Orelha Negra e o
Marcelinho da Lua mas sentia-me demasiado cansado para conseguir permanecer naquele espaço muitas mais horas e fui repousar para o seguinte dia.

No 2º Dia com mais energia disposição deu para ver muito mais e explorar melhor o Festival e todas as salas, no Tivoli assisti apenas a Little Joy muito de cima no 2º Balcão Lateral e pouco tempo pois não queria perder o fantástico concerto de Patrick Watson.

Gostei muito do concerto no São Jorge Sala 2 dos Oioai uma grande banda nacional de rock com aquele grande tema “Pertencer” simplesmente espectacular esse concerto apesar do pouco publico e sala pequena mas a “atmosfera” era grande…

Na sala 1 do São Jorge dois grandes concertos Os Golpes que já fazia questão de os ouvir a algum tempo deram o grande concerto no qual o ponto alto foi claro a sua marcha , gostei muito de os ver finalmente ao vivo acho que têm futuro.

O outro concerto foi de Patrick Watson, esse grande concerto que para mim foi o ultimo, mas sem duvida o melhor de todo o festival, as expectativas eram altas para este concerto o que me levou a abandonar um Tivoli cheio com Little Joy para conseguir um bom lugar no São Jorge mas sem duvida que valeu a muito a pena.

Patrick Watson foi um concerto mágico e único, com os seus constantes problemas técnicos, que o faziam cantar com um megafone o que só dava ao concerto um toque especial.

A noite acabou mais uma vez no parque de estacionamento do Marquês do Pombal ao som do grande Zé Pedro que passou de tudo um pouco desde "classicos" até acabar com sons propícios a uma bela mosh como por exemplo Arctiv Monkeys , The Prodigy ou RATM com o habitual Kiling in the name.

Dia 6 mais um dia a dormir até as tantas com direito a refeição no Picoas Palace e com uma noite no minimo estranha, forte e divertida no Bairro Alto.... já me tinham avisado mas o Bairro Alto mata mesmo...

Dia 7 dar saida da Pousada as 13h ir de imediato em direção ao Parque da Nações guardar as mochilas almoçar pelo Vasco da Gama e ir para os bancos perto do oceanário curar uma das maiores ressacas da minha vida.

Pouco antes de entrar no PA bebi uma caixa de Red Bull a ver se acordava não estava em condições para um concerto daquelas estava extremamente cansado das noites anteriores principalmente da anterior , mas Poridigy e qualquer coisa de outro mundo e poderoso puxa por mim uma energia inesgotável e lá fui eu para a frente como de costume ainda com os pés nas grades, foi um grande concerto a começar com a habitual worls on fire e com o alinhamento pelo que julgo exactamente igual ao do ALIVE!09 o que não deixa de ser bom porque e um bom alinhamente com grandes classicos e os melhores sons do novo album mas estava a espera de algo diferente e novo.

A viagem de regresso foi feita num autocarro fretado para uma excursão do norte realizada para de proposito para este concerto, as 6 da manha Braga a vista.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Moby - Parque da Cidade (Porto) 12.Setembro.2009


Eu neste meu novo espaço não vou apenas escrever sobre determinado concerto ou musica, vou escrever sobre mim e sobre as minhas viagens, vai ser uma espécie de diário que vou fazer de alguns dias da minha vida como este 12 de Setembro.

Por isso mesmo vou começar por esse dia...

12 de Setembro 8 horas e 30 minutos, acordam-me a força depois de uma noite muito mal dormida, como tem sido habitual nestas noites de verão que só adormeço as tantas da madrugada, levanto-me faço a mochila a pressa para o fim-de-semana como e normal nestas ocasiões tudo para a última da hora e lá vou eu com família para a Régua onde me aguardava uma fantástica manha de trabalho naquela bela encosta que faz foz entre o rio Corgo e o rio Douro, tratava-se da vindima do meu avo um acontecimento demasiado importante para ser cancelado. Depois da manha na vindima que ate foi rapida tomei um duche rápido e arranjar-me para a viagem, antes do almoço ainda aterrei uma hora, acordei já tarde almocei a pressa e as 14:48 fui para a estação da Régua apanhar o comboio para o Porto, para variar um bocado passei a viagem a dormir…
Cheguei pouco antes das 16:30 e fui ter com o meu grande amigo Jorge… Jorge Biltes para os amigos, depois de uns percalços e muitas voltas dadas ao estádio do Dragão conseguimos nos despachar e fomos para o Norteshoping onde estava marcada a secção de autógrafos com o Moby as 19:30 na Fnac.
Chegada a hora já havia uma fila considerável cerca de 50 pessoas mas como eu me distraí e pus-me a ver o F.C.Porto nos televisores da fnac e com tanta gente na fila não me apeteceu ir para a fila e sentei me no espaço dos autógrafos a espera do Moby, quando ele chegou realizei-me que a fila estava sempre a aumentar e fui para o fim da fila, consegui o autografo nas 2 capas dos álbuns originais que tenho “18” e “Play” troquei poucas palavras com o Senhor Richard Melville Hall e ainda tirei uma foto com mais 2 amigos meus.


Antes de fazermos a viagem de autocarro para o Parque da Cidade fomos comprar uma garrafa para ir aquecendo, nada de mais pouco para 3 pessoas, no entanto já íamos 5 no autocarro, chegamos ao local já eram 21:30 mas devemos ter chegado ao local errado, apesar de estarmos no parque da cidade fiquei com a sensação que foi no lado oposto do recinto do concerto, para chegar ao recinto foi uma "aventura" na qual participaram ainda 3 raparigas da Covilhã e um senhor de uma certa idade que encontramos pelo caminho também perdidos, aventura essa que inclui-o muitas voltas pelo parque e por duas vezes tivemos de rastejar para passar por uma vedação.



Com tantas voltas acabamos por chegar a entrada do recinto já passavam das 22:30 e o concerto estava prestes a começar, e eu ainda sem bilhetes… estava a começar a passar-me.
Quando finalmente me apanhei com o bilhete na mão o concerto já ia na 2º ou 3º música, fui ter com a minha amiga que já estava lá dentro a minha espera e a desesperar pela minha chegada e que quando me viu ameaçou-me.

Disse a quem me fazia acompanhar que tínhamos que chegar a frente apesar de o concerto já ter começado, como e habitual conseguimos um sitio mesmo bom a cerca de 5-10 metros das grades mesmo no centro. Logo para começar bem “Bodyrock” aquele fantástico hit do álbum Play e que fazia parte da banda sonora do jogo “FIFA 2001” que eu tantas horas joguei quando era puto, sempre muito comunicativo Moby agradecia no final de cada música “Thank you, Thank you, Obrigado!”



Depois de “Bodyrock” moby foi passando de música em música umas mais calmas outras menos com sonoridades e estilos diferentes como o caracterizam, uma delas “Mistake” do seu novo álbum, até chegar a um dos momentos da noite, “Porcelain” um dos êxitos mais conhecidos ou talvez “o êxito” , o ambiente era magico, passei a mão pela cabeça fechei os olhos e tornei abrir os olhos para continuar a acreditar e a saborear aquela musica e momento.
Seguiram-se sons mais recentes de Moby igualmente bons mas não tanto conhecidos como aqueles que se seguiram mais tarde do álbum “Play” casos de "Natural Blues" e "Why Does My Heart Feel So Bad?" voltando a temas mais recentes "Disco Lies" e "Wait for Me" com Kelli Scarr na voz.

Depois de uma breve conversa entre Moby e o público com o próprio pedindo desculpas da governação de G.W.Bush e dizendo "that motherfucker Bush..." para deliro de grande parte do público vem a grande música "Lift Me Up" que me fez saltar e cantar muito.



Saltando para a parte do final do concerto que a minha memoria não e assim tão boa nem tenho o alinhamento colado ao corpo como já aconteceu em concertos no passado, no encore “Honey” versão extensiva com aquela grande voz de Joy Malcolm.

O concerto acabou com Moby dedicando a ultima musica para todas as pessoas que gostam de uma rave até as 6 da manha… com um som muito poderoso o e com grande jogo de luzes toda a gente dançou… nada melhor para abrir espaço para o que vinha a seguir DJ Cazanova.
Espero que tenham gostado deste relato pessoal deste concerto e dia, aguardam-se mais dias destes, obrigado as companhias, Jorge por tudo, Luis para relembrar a aldeia, a Elisa tenho de agradecer as fotos que estão fantásticas, tens jeito para a coisa e mil desculpas pelo atraso e demais confusões, Pedro apesar de ter desaparecido durante o concerto e me ter arrastado para uma longa caminhada pelo Parque vá essa parte até teve a sua graça e o 6º elemento que foi connosco para o recinto mas não tinha dinheiro para o bilhete, ficou cá fora mas mais tarde arranjou uma maneira de passar a vedação e os seguranças, Osvaldo és o maior

Até a próxima ;)

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Antevisão - Moby



E com enorme orgulho que o primeiro concerto deste meu "Diário De Bordo" e o concerto deste senhor... Moby... um verdadeiro músico e produtor...
Posso afirmar que vou realizar um sonho de criança, pois já ouço Moby a muitos anos desde aquele magnifico álbum de nome "Play" de 1999 , já la vão 10 anos e quando ouvi esse álbum pela primeira vez devia ter 9 ou 10 anos... mas com o passar dos anos nunca deixei de gostar de Moby e agora aos 19 anos vou realizar esse sonho...

Richard Melville Hall, o verdadeiro nome de Moby, nasceu a precisamente 44 anos dia 11 de Setembro de 1965, espero amanha antes do concerto conseguir dar-lhe os parabéns atrasados e trocar umas palavras na secção de autógrafos que ele vai dar na Fnac do Norteshoping... isso e jé agora um autógrafo na capa do "Play" ;)