
Eu neste meu novo espaço não vou apenas escrever sobre determinado concerto ou musica, vou escrever sobre mim e sobre as minhas viagens, vai ser uma espécie de diário que vou fazer de alguns dias da minha vida como este 12 de Setembro.
Por isso mesmo vou começar por esse dia...
12 de Setembro 8 horas e 30 minutos, acordam-me a força depois de uma noite muito mal dormida, como tem sido habitual nestas noites de verão que só adormeço as tantas da madrugada, levanto-me faço a mochila a pressa para o fim-de-semana como e normal nestas ocasiões tudo para a última da hora e lá vou eu com família para a Régua onde me aguardava uma fantástica manha de trabalho naquela bela encosta que faz foz entre o rio Corgo e o rio Douro, tratava-se da vindima do meu avo um acontecimento demasiado importante para ser cancelado. Depois da manha na vindima que ate foi rapida tomei um duche rápido e arranjar-me para a viagem, antes do almoço ainda aterrei uma hora, acordei já tarde almocei a pressa e as 14:48 fui para a estação da Régua apanhar o comboio para o Porto, para variar um bocado passei a viagem a dormir…
Cheguei pouco antes das 16:30 e fui ter com o meu grande amigo Jorge… Jorge Biltes para os amigos, depois de uns percalços e muitas voltas dadas ao estádio do Dragão conseguimos nos despachar e fomos para o Norteshoping onde estava marcada a secção de autógrafos com o Moby as 19:30 na Fnac.
Chegada a hora já havia uma fila considerável cerca de 50 pessoas mas como eu me distraí e pus-me a ver o F.C.Porto nos televisores da fnac e com tanta gente na fila não me apeteceu ir para a fila e sentei me no espaço dos autógrafos a espera do Moby, quando ele chegou realizei-me que a fila estava sempre a aumentar e fui para o fim da fila, consegui o autografo nas 2 capas dos álbuns originais que tenho “18” e “Play” troquei poucas palavras com o Senhor Richard Melville Hall e ainda tirei uma foto com mais 2 amigos meus.

Antes de fazermos a viagem de autocarro para o Parque da Cidade fomos comprar uma garrafa para ir aquecendo, nada de mais pouco para 3 pessoas, no entanto já íamos 5 no autocarro, chegamos ao local já eram 21:30 mas devemos ter chegado ao local errado, apesar de estarmos no parque da cidade fiquei com a sensação que foi no lado oposto do recinto do concerto, para chegar ao recinto foi uma "aventura" na qual participaram ainda 3 raparigas da Covilhã e um senhor de uma certa idade que encontramos pelo caminho também perdidos, aventura essa que inclui-o muitas voltas pelo parque e por duas vezes tivemos de rastejar para passar por uma vedação.

Com tantas voltas acabamos por chegar a entrada do recinto já passavam das 22:30 e o concerto estava prestes a começar, e eu ainda sem bilhetes… estava a começar a passar-me.
Quando finalmente me apanhei com o bilhete na mão o concerto já ia na 2º ou 3º música, fui ter com a minha amiga que já estava lá dentro a minha espera e a desesperar pela minha chegada e que quando me viu ameaçou-me.
Disse a quem me fazia acompanhar que tínhamos que chegar a frente apesar de o concerto já ter começado, como e habitual conseguimos um sitio mesmo bom a cerca de 5-10 metros das grades mesmo no centro. Logo para começar bem “Bodyrock” aquele fantástico hit do álbum Play e que fazia parte da banda sonora do jogo “FIFA 2001” que eu tantas horas joguei quando era puto, sempre muito comunicativo Moby agradecia no final de cada música “Thank you, Thank you, Obrigado!”

Depois de “Bodyrock” moby foi passando de música em música umas mais calmas outras menos com sonoridades e estilos diferentes como o caracterizam, uma delas “Mistake” do seu novo álbum, até chegar a um dos momentos da noite, “Porcelain” um dos êxitos mais conhecidos ou talvez “o êxito” , o ambiente era magico, passei a mão pela cabeça fechei os olhos e tornei abrir os olhos para continuar a acreditar e a saborear aquela musica e momento.
Seguiram-se sons mais recentes de Moby igualmente bons mas não tanto conhecidos como aqueles que se seguiram mais tarde do álbum “Play” casos de "Natural Blues" e "Why Does My Heart Feel So Bad?" voltando a temas mais recentes "Disco Lies" e "Wait for Me" com Kelli Scarr na voz.
Depois de uma breve conversa entre Moby e o público com o próprio pedindo desculpas da governação de G.W.Bush e dizendo "that motherfucker Bush..." para deliro de grande parte do público vem a grande música "Lift Me Up" que me fez saltar e cantar muito.

Saltando para a parte do final do concerto que a minha memoria não e assim tão boa nem tenho o alinhamento colado ao corpo como já aconteceu em concertos no passado, no encore “Honey” versão extensiva com aquela grande voz de Joy Malcolm.
O concerto acabou com Moby dedicando a ultima musica para todas as pessoas que gostam de uma rave até as 6 da manha… com um som muito poderoso o e com grande jogo de luzes toda a gente dançou… nada melhor para abrir espaço para o que vinha a seguir DJ Cazanova.
Espero que tenham gostado deste relato pessoal deste concerto e dia, aguardam-se mais dias destes, obrigado as companhias, Jorge por tudo, Luis para relembrar a aldeia, a Elisa tenho de agradecer as fotos que estão fantásticas, tens jeito para a coisa e mil desculpas pelo atraso e demais confusões, Pedro apesar de ter desaparecido durante o concerto e me ter arrastado para uma longa caminhada pelo Parque vá essa parte até teve a sua graça e o 6º elemento que foi connosco para o recinto mas não tinha dinheiro para o bilhete, ficou cá fora mas mais tarde arranjou uma maneira de passar a vedação e os seguranças, Osvaldo és o maior
Até a próxima ;)
Por isso mesmo vou começar por esse dia...
12 de Setembro 8 horas e 30 minutos, acordam-me a força depois de uma noite muito mal dormida, como tem sido habitual nestas noites de verão que só adormeço as tantas da madrugada, levanto-me faço a mochila a pressa para o fim-de-semana como e normal nestas ocasiões tudo para a última da hora e lá vou eu com família para a Régua onde me aguardava uma fantástica manha de trabalho naquela bela encosta que faz foz entre o rio Corgo e o rio Douro, tratava-se da vindima do meu avo um acontecimento demasiado importante para ser cancelado. Depois da manha na vindima que ate foi rapida tomei um duche rápido e arranjar-me para a viagem, antes do almoço ainda aterrei uma hora, acordei já tarde almocei a pressa e as 14:48 fui para a estação da Régua apanhar o comboio para o Porto, para variar um bocado passei a viagem a dormir…
Cheguei pouco antes das 16:30 e fui ter com o meu grande amigo Jorge… Jorge Biltes para os amigos, depois de uns percalços e muitas voltas dadas ao estádio do Dragão conseguimos nos despachar e fomos para o Norteshoping onde estava marcada a secção de autógrafos com o Moby as 19:30 na Fnac.
Chegada a hora já havia uma fila considerável cerca de 50 pessoas mas como eu me distraí e pus-me a ver o F.C.Porto nos televisores da fnac e com tanta gente na fila não me apeteceu ir para a fila e sentei me no espaço dos autógrafos a espera do Moby, quando ele chegou realizei-me que a fila estava sempre a aumentar e fui para o fim da fila, consegui o autografo nas 2 capas dos álbuns originais que tenho “18” e “Play” troquei poucas palavras com o Senhor Richard Melville Hall e ainda tirei uma foto com mais 2 amigos meus.

Antes de fazermos a viagem de autocarro para o Parque da Cidade fomos comprar uma garrafa para ir aquecendo, nada de mais pouco para 3 pessoas, no entanto já íamos 5 no autocarro, chegamos ao local já eram 21:30 mas devemos ter chegado ao local errado, apesar de estarmos no parque da cidade fiquei com a sensação que foi no lado oposto do recinto do concerto, para chegar ao recinto foi uma "aventura" na qual participaram ainda 3 raparigas da Covilhã e um senhor de uma certa idade que encontramos pelo caminho também perdidos, aventura essa que inclui-o muitas voltas pelo parque e por duas vezes tivemos de rastejar para passar por uma vedação.

Com tantas voltas acabamos por chegar a entrada do recinto já passavam das 22:30 e o concerto estava prestes a começar, e eu ainda sem bilhetes… estava a começar a passar-me.
Quando finalmente me apanhei com o bilhete na mão o concerto já ia na 2º ou 3º música, fui ter com a minha amiga que já estava lá dentro a minha espera e a desesperar pela minha chegada e que quando me viu ameaçou-me.
Disse a quem me fazia acompanhar que tínhamos que chegar a frente apesar de o concerto já ter começado, como e habitual conseguimos um sitio mesmo bom a cerca de 5-10 metros das grades mesmo no centro. Logo para começar bem “Bodyrock” aquele fantástico hit do álbum Play e que fazia parte da banda sonora do jogo “FIFA 2001” que eu tantas horas joguei quando era puto, sempre muito comunicativo Moby agradecia no final de cada música “Thank you, Thank you, Obrigado!”

Depois de “Bodyrock” moby foi passando de música em música umas mais calmas outras menos com sonoridades e estilos diferentes como o caracterizam, uma delas “Mistake” do seu novo álbum, até chegar a um dos momentos da noite, “Porcelain” um dos êxitos mais conhecidos ou talvez “o êxito” , o ambiente era magico, passei a mão pela cabeça fechei os olhos e tornei abrir os olhos para continuar a acreditar e a saborear aquela musica e momento.
Seguiram-se sons mais recentes de Moby igualmente bons mas não tanto conhecidos como aqueles que se seguiram mais tarde do álbum “Play” casos de "Natural Blues" e "Why Does My Heart Feel So Bad?" voltando a temas mais recentes "Disco Lies" e "Wait for Me" com Kelli Scarr na voz.
Depois de uma breve conversa entre Moby e o público com o próprio pedindo desculpas da governação de G.W.Bush e dizendo "that motherfucker Bush..." para deliro de grande parte do público vem a grande música "Lift Me Up" que me fez saltar e cantar muito.

Saltando para a parte do final do concerto que a minha memoria não e assim tão boa nem tenho o alinhamento colado ao corpo como já aconteceu em concertos no passado, no encore “Honey” versão extensiva com aquela grande voz de Joy Malcolm.
O concerto acabou com Moby dedicando a ultima musica para todas as pessoas que gostam de uma rave até as 6 da manha… com um som muito poderoso o e com grande jogo de luzes toda a gente dançou… nada melhor para abrir espaço para o que vinha a seguir DJ Cazanova.
Espero que tenham gostado deste relato pessoal deste concerto e dia, aguardam-se mais dias destes, obrigado as companhias, Jorge por tudo, Luis para relembrar a aldeia, a Elisa tenho de agradecer as fotos que estão fantásticas, tens jeito para a coisa e mil desculpas pelo atraso e demais confusões, Pedro apesar de ter desaparecido durante o concerto e me ter arrastado para uma longa caminhada pelo Parque vá essa parte até teve a sua graça e o 6º elemento que foi connosco para o recinto mas não tinha dinheiro para o bilhete, ficou cá fora mas mais tarde arranjou uma maneira de passar a vedação e os seguranças, Osvaldo és o maior
Até a próxima ;)
Moby...eu estava lá!!
ResponderEliminar:)